Metas de Leitura: 2025


Eu não sei pra vocês, mas, pra mim, primeiro de Janeiro é o dia de preparar (mentalmente ou literalmente) o que temos planejado para o ano que está começando. Comecei as primeiras horas do ano arrumando uma bagunça que havia deixado em cima da cama ao me arrumar para a virada, dormi com tudo em ordem e acordei disposta para um café com pão de queijo, um episódio de Friends para acompanhar e uma aula de yoga logo em seguida para energizar e alongar este corpo de 40 anos que agora, mais do que nunca, está precisando de exercícios físicos constantes pra aguentar o tranco do dia a dia sem se lesionar (inclusive, para 2025 a meta é manter 1 ano de musculação com frequência mínima de 2 vezes por semana e 15 minutinhos de yoga todos os dias).


Outra meta que eu me propus é a de escrever mais. Em 2024 eu treinei caligrafia para melhorar a minha letra e, apesar de ainda não gostar muito, já melhorou bastante e quero manter a escrita cursiva como um hábito para a caligrafia e as postagens no blog como exercício para o que vou estudar a partir do próximo dia 20: Copywriting e Escrita Criativa - inclusive, a técnica de storytelling deve me ajudar a melhorar as resenhas e espero que me seja mais uma motivação para postar mais.

E falando sobre postar, vamos ao assunto desta postagem: as metas de leitura para 2025. 

Depois de um 2024 cheio de livraços, montei uma lista ambiciosa cheia dos clássicos que eu amo, sendo vários livrões e um calhamaço que sobrou da lista do ano passado e que este ano vai ser prioridade. Separei, ainda, 3 livros suplentes para o caso de alguma leitura não fluir e eu ter vontade de pegar algum deles no lugar - afinal, a vida é muito curta pra se arrastar em alguma leitura que não está sendo prazerosa, não é?

A ordenação por interesse pode não ser a ordem de leitura, mas, no momento, está assim: 

Livros remanescentes de 2023 com leituras em andamento:
- "O Nariz" - Nikolai Gógol (ebook)
- "Quincas Borba" - Machado de Assis

e, após:
- "As Esganadas", de Jô Soares
- "Crime e Castigo", de Dostoiévski
- "Ensaio Sobre a Cegueira", de José Saramago
- "O Tempo e o Vento - O Continente", de Érico Veríssimo
- "O Homem que foi Quinta-Feira", de G.K. Chesterton
- "O Corcunda de Notre Dame", de Victor Hugo
- "O Sol Também se Levanta", de Ernest Hemingway
- "A Princesinha", de Frances Hodgson Burnett
- "Um Conto de Duas Cidades", de Charles Dickens
e "Os Irmãos Karamázov", de Dostoiévski

Os suplentes não têm ordem de interesse, mas posso escolher pela seguinte lógica: 
- "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras", de Jô Soares, pode ser um bom livro caso eu tenha empacado num livro muito sério e pesado e esteja precisando de uma leitura divertida;
- "Os Trabalhadores do Mar", de Victor Hugo, pode ser o livro que vai me salvar de uma leitura ruim (Vitão nunca me decepciona!);
e "Dom Quixote", de Cervantes, pode ser o clássico pelo qual eu troque outro clássico que não esteja interessante. 

Além de todos estes, não se surpreendam se eu aparecer com uma resenha de "Anna Karenina" do nada, pois ele está na minha lista há muito tempo e eu baixei no Kindle Unlimited, então posso começar a qualquer momento e furar a fila dessa pilha de livros tão bonita que eu montei para fotografar. 

É isso: primeiro de Janeiro com os livros do ano separados, postagem feita e muita vontade de que seja um ano próspero, cheio de alegria, com menos açúcar e com mais momentos bons do que tristes. Bora lá. :)

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