Resenha: O Velho e o Mar
Antes de ler "O Velho e o Mar", assisti e li resenhas para me contextualizar; afinal, um clássico tão grandioso escrito em poucas páginas pode ser um livro inteligente, daqueles que não são tão simples de se entender. Mas, pelas resenhas, não parecia ter segredo nenhum na história. E realmente não tinha.
Santiago é um velho pescador que está há 84 dias sem pegar um único peixe; por orientação dos pais, o aprendiz que o acompanhava se viu obrigado a mudar de barco, deixando o velho sozinho em suas viagens. No 85º dia, já em alto mar, Santiago sente que sua sorte irá mudar ao perceber um peixe diferente em seu anzol e inicia a batalha que irá requerer não apenas conhecimentos de pesca como sabedoria para lidar com o cansaço, fé para lidar com a solidão e resiliência para lidar com os problemas.
Uma leitura rápida e um livro gigante em significado. Um dos poucos livros que me despertaram sentimentos como simplicidade, humildade, bondade, fé e resiliência e que me deixou sem palavras para descrever o que havia acabado de ler. Hoje, 22 de Agosto, já faz pouco mais de 2 meses da leitura concluída; li 2 outros livros nesse meio tempo e ainda consigo sentir o clima praiano, me solidarizar pela solidão de Santiago e suspirar com sua luta no mar; um livro que quero ter sempre comigo, para reler e nunca esquecer.
A resenha dele vai ser curtinha, assim como o livro. A leitura é essencial para quem gosta de livros profundos em significado e com personagens marcantes. Um peixe, um velho e um menino pode parecer pouco quando se pensa em uma história, mas "O Velho e o Mar" é a prova de que uma história não precisa de muito para ser inesquecível.
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